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14/08/2026

mixtape do mês ♫♪ ~3~ ♪♫ + Festival Sensacional

Oi amigos! O mixtape desse mês acabou sendo de uma artista só que resume todo o meu agosto: a Gaby Amarantos. Escutei ela bastante no início do ano e muito mais esse mês justamente por causa do festival Sensacional que foi alguns dias atrás. Comprei faz muitos meses pensando em ver ela e o show superou todas as altas expectativas que eu já tinha. Amo a música paraense, o tecnobrega, o rock doido e a aparelhagem, por isso acabei escolhendo algumas das minhas favoritas e as mais emblemáticas, sem perder um pouco a essência do meu blog (se não eu teria colocado algumas das mais doidas ( ⁰▿⁰)). Com destaque para Me Libera que traz a nostalgia de infância da Banda Djavú.

Além da Gaby Amarantos, eu curti tudo o que vi no festival Sensacional, com muito destaque para ela e a Pabllo Vittar que também cantou algumas das melhores, mas também os Gilsons, Djonga + FBC e Marina Sena. Os shows que eu estava mais animado para ver, acabei vendo sozinho e mesmo assim foi uma experiência incrível.

Rock doido by Gaby Amarantos (Album, Tecnofunk): Reviews, Ratings ...  

Tirei essa foto do show da Gaby, como deu para tirar na hora com minha cybershot, e gostei.

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13/08/2026

Alto Maranhão: distrito de Congonhas/MG

Um dos caminhos mais agradáveis da Estada Real é o que leva ao distrito Alto Maranhão. A estrada é calma, cercada por mata e não é de terra, uma ótima escolha para os ciclistas da cidade. Resolvi pedalar hoje e percorri cerca de 18km (contando ida e volta do meu ponto inicial), mas de onde se inicia o trajeto para o Alto Maranhão no Alto do Cruzeiro, a distância é de 5km.

Nessa época de final de inverno, a cidade está cheia de ipês amarelos, então o trajeto é ainda mais agradável.

Chegando no Alto Maranhão, os pontos turísticos são a Igreja Nossa Senhora da Ajuda e as Ruínas da Antiga Cadeia. Ao contrário do que muitos pensam, essas ruínas não são apenas ruínas, mas elas demonstram o avanço das técnicas de construção na região, que deixam de ser de pau-à-pique e passam a ser de blocos de pedra, os quais muito bonitos por sinal. Já a igreja em si é bem pequena e possui suas características próprias, mas não sei como é o interior, pois ela estava fechada. O muro em volta da igreja também é de pedras sobrepostas, assim como as ruínas da cadeia.

Outra coisa que acho legal também, os moradores estão se preparando para a Festa de Nossa Senhora da Ajuda, a qual acontecerá nós próximos dias no distrito.

Alto do Cruzeiro:
Estrada Real:
Igreja Nossa Senhora da Ajuda:
Ruínas da antiga Cadeia:
 
Outros pontos do distrito:

06/08/2026

Prados e Bichinho / MG : centros históricos

Nos últimos dias visitei Prados e Bichinho, próximo a São João Del Rei, Lagoa Dourada e Tiradentes. Não conheci tudo na íntegra, mas visitei os centros históricos e tive um passeio muito agradável na região.

Primeiro, visitei Prados, uma cidade onde o artesanato, principalmente o de madeira, toma conta. Por várias ruas da cidade é possível ver várias lojinhas de artesanato de madeira bem característico da cidade. Notei que há uma popularidade e tradição dos leõeszinhos de madeira, como o que há na entrada da cidade. 

Saindo um pouco da esfera do artesanato e voltando para o centro em si, eu gostei bastante da praça e dos casarões da cidade, e claro, das igrejas. A cidade é cheia de ladeiras, então dos lugares mais altos, a vista é bem ampla das igrejas e dos casarões. As Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição e a Capela Nossa Senhora do Rosário dos Pretos quase estão apontadas entre si, então a vista de uma para a outra é bem nítida e a arquitetura de ambas é belíssima. Sobre os casarões, o que mais gostei foi a escolha e a combinação de cores, que fogem um pouco do que estamos acostumados nas cidades históricas. Ainda ficou faltando visitar alguns lugares, como a serra e o mirante, e claro, levar um sapato de couro que, pelo menos, é o que se escuta falar bastante sobre Prados da cidade que venho.

Depois, visitamos o famoso distrito Bichinho, o qual se chama, na verdade, Vitoriano Veloso, em homenagem a um inconfidente. O lugar é um vilarejo bem simpático, também cheio de artesanato, mas o que mais reparei foi na quantidade de ateliês de pinturas, todas lindas, queria ter levado uma pra casa. Além do charme da cidade e da arte, um destaque para mim foi o doce de leite de produção própria da Minas Queijos bem em frente a igreja, uma loja bem simpática, assim como a atendente que nos contou a história do distrito. Também tive oportunidade de experimentar o refrigerante Príncipe Negro, produzido em Antônio Carlos, na região de Barbacena, que meu pai tomava muito quando mais novo. Não menos importante, conheci também a Casa Torta e o Museu do Automóvel da Estrada Real, mas não cheguei a entrar em nenhum dos dois. Adorei Bichinho e gostaria de voltar outra vez. 

Também conheci esse blog que achei de uma simpatia tamanha.

Prados

 
 
Bichinho

05/08/2026

eu gosto de fazer coisas manuais

as coisas manuais carregam em si um toque de cuidado, carinho e afeto; se não, de toques (manuais) e de tempo. quanto a mim, eu carrego também coisas assim. ao colocar a mão e ver a coisa progredir me sinto feliz e realizado, mesmo com as imperfeições, as quais são, no fim, marcas de que aquilo foi feito por alguém. no caso, por mim.

De um tempo pra cá venho imprimindo minhas fotos, cortando, datando e identificando os lugares (d)elas. Claro que venho fazendo um processo bem amador, com os recursos que tenho disponíveis, mas ao fim é sempre satisfatório ver todas aquelas fotos feitas exatamente do meu jeitinho.

E isso não é só sobre as fotos, apesar delas terem sido o motivo que me deu vontade de escrever, mas sobre a satisfação de fazer algo por si só. Algo que pode ser tocado, sentido e mostrado. As fotos, meus álbuns, meus desenhos e a minha organização para colocar cada coisa em seu lugar são coisas que me deixam feliz e me satisfazem, e são coisas simples.

Uma coisa que sempre me surpreende é que a maioria das pessoas sempre me perguntam o porquê de eu fazer tal coisa ou outra, mas as coisas realmente precisam sempre ser tão objetivas? sempre ter um motivo claro? Tudo que não visa algo é sempre visto como estranho, como absurdo. Essa é uma coisa que eu não consigo entender.

Espero que um dia as pessoas consigam, cada vez mais, se satisfazerem com coisas simples, que são feitas sem motivo ou por gosto. Tem muita coisa boa pelo mundo, em lugares que menos esperamos, tudo depende da nossa capacidade de enxergar.

Abaixo, um vídeo de quando comecei a imprimir minhas fotos. Na verdade eu não gostei do álbum e o desfiz posteriormente. Decidi guardar tudo em uma lata, inspirado em PerfectDays (2023).


mixtape do mês ♫♪ ~3~ ♪♫ + Festival Sensacional

Oi amigos! O mixtape desse mês acabou sendo de uma artista só que resume todo o meu agosto: a Gaby Amarantos. Escutei ela bastante no início...