A trilha em si foi bem tranquila no geral, sendo mais difícil na descida para a Cachoeira do Sol, que tem muito cascalho e exige muito do joelho, além do final bastante íngreme, tudo virou subida na volta. Infelizmente não tem como deixar muito claro o trajeto, já que há mais de um caminho que pode ser percorrido para chegar no mesmo lugar.
O primeiro ponto que passamos foi a Floresta dos Pinheiros - o nome autoexplicativo já adianta o que vamos ver por lá -. Acredito que fomos muito sortudos de ir nessa época do ano, porque estava lotado de pinhas no chão e nas árvores, algo que deixava o lugar com uma sensação muito característica de outono. Quando caminho em lugares diferentes, gosto de observar as árvores e as flores ao longo do trajeto, embora eu não seja um grande conhecedor de espécies. Dessa vez conheci uma flor chamada sempre-viva, a qual é muito emblemática no cerrado e comum na decoração. O tipo que vi foi a "chuveirinho". Essa flor tem uma história muito interessante com as apanhadoras de sempre-vivas, mas isso é assunto para outro post.
Fomos também na Cachoeira do Sol, que é uma de muitas cachoeiras da Serra do Gandarela. Acredito que ela tem esse nome por bater sol na maior parte do dia. A cachoeira é linda, tem uma parte rasa cheia de pedrinhas e a parte mais funda, onde as pessoas gostam de encostar nas pedras para sentir a água da queda. O lugar é muito calmo e agradável, gostei bastante e fiquei ansioso para ter outras experiências parecidas com essa.
Que lindo!! Me leva pra conhecer🤩🤩
ResponderExcluirlindo né!! qualquer dia vamos sim!!
ExcluirMe levaaaaa
ResponderExcluirqualquer dia vamos sim!
ExcluirSuch a beautiful text and place. I read smiling because it has some linguistic beautiful that I can not easily explain. Maybe you could transmit more of your feelings, of the smells, of the colours you perceived and sounds that got through you.
ResponderExcluirThank you, my dear friend. I love your suggestion. I will keep that in mind.
Excluirmds, eu queria nadar...
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